Governador · Espírito Santo
HELDER SALOMÃO
HELDER IGNACIO SALOMAO
Compromisso com os trabalhadores
PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT)
- Nascimento
- 08/03/1964
- Gênero
- MASCULINO
- Estado civil
- CASADO(A)
- Cor/raça
- BRANCA
- Escolaridade
- SUPERIOR COMPLETO
- Ocupação
- PROFESSOR DE ENSINO MÉDIO
Serviço Público e Direitos dos Trabalhadores
O que o plano de governo propõe
O plano de governo de Helder Salomão apresenta compromissos diretos com a valorização do serviço público e dos servidores estaduais, destacando a necessidade de fortalecer a máquina pública para garantir o acesso a direitos e a justiça social. O documento propõe a realização de concursos públicos, a revisão e estruturação de planos de cargos e carreiras, a recomposição salarial e de pessoal para evitar a evasão de profissionais, além de focar na formação continuada através da Escola de Serviço Público do Espírito Santo (ESESP). Como evidência de compromisso com o diálogo institucional, o candidato propõe a criação de uma Mesa Permanente de Negociação Coletiva com representação sindical para tratar de condições de trabalho e perdas salariais. Adicionalmente, o plano enfatiza o fortalecimento da saúde e segurança do servidor, com atenção a ambientes insalubres e saúde mental. Na área de gestão e controle, o texto propõe o fortalecimento do controle social, da transparência e a manutenção de empresas públicas estratégicas para o desenvolvimento estadual.
Atuação e histórico
Helder Ignacio Salomão (PT), candidato ao governo do Espírito Santo em 2026, possui trajetória como professor de filosofia e de ensino médio nas redes pública estadual e municipal capixaba por anos. Na vida pública, exerceu os cargos de vereador de Cariacica, deputado estadual, prefeito de Cariacica por dois mandatos, secretário estadual de Assistência Social e Direitos Humanos e deputado federal, estando em seu terceiro mandato consecutivo na Câmara dos Deputados. Em sua atuação parlamentar federal, registra votos contrários a pautas de desregulação trabalhista e enxugamento de direitos, tendo se posicionado contra a Reforma Trabalhista (PL 6787/16), contra a PEC dos Gastos e contra propostas de terceirização ampla, além de manter interlocução histórica com entidades representativas do funcionalismo e dos servidores públicos.